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ID: 2660

Oase do Sínodo Vale do Itajaí promove campanha contra a violência doméstica

11/10/2017

Cartão Violência Mulher - OASE
Cartão Violência Mulher - OASE
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A Ordem Auxiliadora de Senhoras Evangélicas (Oase) do Sínodo Vale do Itajaí iniciou uma campanha contra a violência doméstica. Empoderadas a partir da exposição “Nem tão doce lar”, que passou pelo Vale do Itajaí em junho e julho deste ano, as mulheres da Oase trataram sobre o assunto no último retiro da coordenação sinodal, quando a palestrante Sheila Rubia Lindner abordou o assunto.

Como resultado desta campanha, foram confeccionados pela Assessoria de Comunicação do Sínodo Vale do Itajaí, 6 mil mini-flyers advertindo mulheres sobre os tipos de violência, além de uma série de locais que é possível pedir ajuda em caso de maus-tratos, podendo buscar os direitos sempre que necessário.

A pastora Márcia Helena Hülle, umas das orientadoras do trabalho sinodal com mulheres, reforça que a realidade brasileira, tristemente, está marcada pela violência doméstica e familiar, diariamente há noticiário sobre o tema. “Falar sobre este tema é um desafio, pois envolve vidas e sentimentos de pessoas marcadas pela dor. Como OASE, como Igreja que tem a tarefa de ser e ter voz profética em meio a essa realidade, tivemos a iniciativa de uma intervenção para o enfrentamento e a superação da violência. Como Igreja de Jesus Cristo somos pessoas chamadas a lutar e viver a transformação cultural, com base numa educação e vivência da justiça da igualdade, que fomente a construção de uma sociedade justa e igualitária entre mulheres e homens. Pois acreditamos que uma vida sem violência é direito de mulheres e homens!

Jesus diz: “Eu vim para que vocês tenham vida e a tenham em abundância. E ter vida em abundância é viver com alegria, respeito mútuo, igualdade, cuidado e amor.”

Situação Atual:
A violência contra a mulher é um problema social e de saúde pública que atinge todas as etnias, religiões, escolaridade e classes sociais. É uma violação de direitos humanos e liberdades fundamentais. Por isso, este tipo de violência não pode ser ignorado ou disfarçado. Precisa ser denunciado por toda a sociedade.

A violência pode se manifestar de várias formas, com diferentes graus de gravidade. Geralmente, com episódios repetitivos e que na maior parte das vezes, costuma ficar encobertos pelo silêncio. O primeiro passo para a proteção e resgate da dignidade das mulheres vítimas de violência, sem dúvida, é a informação. Para poder se reconhecer como uma vítima de violência, para poder entender que determinadas atitudes e ações por parte do parceiro são violência, é necessário que as informações cheguem a todas as mulheres.

Para combater a violência contra a mulher, a conscientização de toda a sociedade é extremamente importante. Muitas pessoas presenciam agressões e têm contato com famílias que convivem com o abuso mas por medo ou receio acabam não denunciando. A cultura do “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” é extremamente prejudicial para exterminar a violência doméstica no Brasil. Por isso as denúncias e a conscientização da sociedade podem gerar a mudança dessa realidade cruel.


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É totalmente insuportável que em uma Igreja cristã um queira ser superior aos outros.
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